h1

Uma história ai 4p.

outubro 6, 2011

Quando Maria abriu o cadeado do portão, não esperou que Maicon se manifestasse, foi logo entrando na loja. Maicon veio logo atrás observando todo o ponto comercial quando sai de dentro de um portão três cães, Dois gigantes e um pequenino. Mas ao chegar á porta principal de acesso á loja ela parou. Alí, pensou ela, ela iria destruir a alma daquele playboyzinho de uma figa! Quem ele pensa que é? Quatro anos infernizando a sua vida e agora está alí a seguindo feito um poodle de madame! Maria colocou a chave na porta e virou para trás repentinamente.
Mas quando ela virou não tinha percebido que o cara estava alí, e sim brincando com os cães pela grade. Ela nunca vira aqueles animais tão quietinhos e abanando as caudas frenticamente como se estivesses dizendo: Oi, muito prazer!!!!
Maria enguliu todo o discurso que iria falar à aquele homem e o convidou a entrar!
– Esses cães são teus?
-Não, eles dormiram aqui porque os donos foram viajar, estão hospedados aqui, vou dar banho neles pois até meio-dia os donos chegarão!
-Uau, é que nem hotel de verdade? A diária vence ao meio-dia?
Perplexa Maria apenas fez sim com a cabeça, como pode aquele homem ficar tão empolgado com isso! Foi alí que ela percebeu, que detrás daquele playboyzinho de uma figa, existe um cara inocente!
– Bom Sr. Maicon, eu preciso começar a trabalhar, se quizer ver através do vidro fique á vontade e…
-Posso te ajudar?
Mais uma vez Maria ficou calada e surpreendeu-se com o jeito molequinho daquele homem!
– Pode, claro, mas… você vai se sujar bastante, pois hpje é dia de tosa do poodle gigante que está alí fora!
-Não ligue… só quero ajudar!
Maria seguiu perplexa e abriu a porta dos fundos, chamou o cão que veio sem enrrolar e já foi subindo pela escadinha até a banheira! Maicon ficou extasiado! Observava cada movimento de Maria: Ligar a água, checar a temperatura, ensaboar o cão… e tudo no maior silêncio!
Maicon sentia-se, amedrontado em puxar assunto. Seguia calado! Maria estava entretida no trabalho que nem percebeu Maicon, que apesar de calado, estava inquieto!
Maria lavou o poodle 3 vezes, sabão em barra, sabão líquido e shampoo, pegou a toalha e passou no cão, logo, ao terminar, o cão saiu da banheira pela mesma escadinha e esperou ao lado da mesa de tosa. Maria encarou Maicon e falou apenas: Vá buscar o chiuaua!

Anúncios
h1

… uma história ai 3p.

outubro 2, 2011

Sem muito o que dizer, Maicon apenas se serviu da bolachinha, que ao simples tocar leve dos dedos se desfez. Colocou na boca os pedacinhos que ainda ficaram nos dedos e se maravilhou. Chegou a fecha os olhos enquanto derretia em sua boca. Maria, observara cada momento e acompanhava cada movimento… o levar dos dedos á boca, a lingua envolvendo a bolacha, os olhos fechando e o suspiro de prazer. Quase que imediatamente Maicon soltou:
– Você percebeu que nossos nomes começam com M!
Maria soltou um: “Interessante” pois realmente era… mas indignada da razão pela qual ele falou e pensou: Juro que eu preferia que dissesse que queria comprar um quilo de bolacha.
-Bom sr Maicon. Preciso ir, pois eu tenho de trabalhar, muitos cães para lavar!
-Jura… posso ir também?
Maria, retirando a garrafa térmica do balcão e colocando em sua sacola respondeu: – Claro!
Mas que merda Maria, que você está pensando, esse polha te deu muitos transtornos e agora você está sendo legal com ele?
Enquanto Maicon pensava: O que estou fazendo?
– Você precisa de tempo para se trocar? Vou lá em minha casa trocar de roupa e já desço, ok?
– Na verdade, essa é a roupa do meu trabalho, afinal, eu lavo cachorros!
E Maicon percebeu o quanto estava sendo vaidoso, já estava se convidando para invadir o local de trabalho de uma pessoa que declarou, ao menos, cinco coisas diferentes as quais ele fazia de errado e agora queria que ela esperasse que ele trocasse de roupa.
-Desculpa… vamos????
Maria saiu na frente e foi se preocupando em pegar seu telefone celular, colocar sua carteira e colocar tudo dentro de sua sacola. Foi á porta, abriu e esperou que ele saísse. Enquanto Maicon se dirigia ao botão do elevador, Maria abria a porta das escadas. Ele simplesmente parou o dedo antes de apertar o botão e a seguiu. O descer das escadas fora silencioso. Apenas o barulho do chinelo-de-dedo de Maria e o “croques” de Maicon. Sem papo, sem nada… apenas degraus e os sons. Ao alcançarem o hall de entrada do condomínio, Maria passou nas guaritas, na área de serviço e na recepção para dar oi á todos os funcionários e Maicon simplesmente ficou perdido e a seguia, porém, mal dava tempo de ele desejar bom dia á todos, Maria já estava no portão, saindo para trabalhar.
Maicon correu e a alcançou. Ele ainda não estava convicto do porque ele estava fazendo aquilo, só percebeu quando ela estava abrindo o portão de uma casinha com uma placa na frente: LAVA CÃO E GATO, às 7:55 da manhã. Precisava se desculpar e tirar a impressão de que ele não era um filho de chocadeira capitalista sem coração e folgado, do qual ele sempre mostrara à ela, até então!

h1

…uma historia ai 2p.

setembro 8, 2011

Engraçado que, ao voltar ao trabalho, após deixar seus ternos na lavanderia, simplesmente, esqueceu-se de todo o ocorrido. Seguiu ao trabalho, deu ordens, realizou seus relatórios, mas não se esqueceu de avisar ao setor de RH que sairia de férias, e saiu!
Tirou seus 15 dias. Passou no shopping, deixou seu carrão com o vallet e foi jantar, em seguida pegar um cineminha. Sozinho, para variar um pouco sua rotina. Como a vida era boa para ele.
Mas ao se deparar á mesa ao lado, percebeu um casal super carinhoso dividindo um sorvete. Os dois estavam conversando, um olhando para dentro dos olhos do outro. Alí, parecia que um estava conversando, diretamente com a alma do outro. Sentiu uma vontade de poder ter a mesma oportunidade. Mas já sacudiu a cabeça e voltou para a realidade. Deixou o cineminha de lado e foi para casa.
Na manhã seguinte Maicon acordou com a campainha da porta tocando. O barulho era ridículo e estridente e não tinha como não levantar e atender a porta. Ao ver pelo olho mágico da porta, ele a viu! Não podia ser, o que ela estava fazendo ali? Não escondeu à si mesmo que o coração bateu mais rápido. Ajeitou o cabelo rapidamente, desamassou a camisa branca de algodão, alinhou a bermuda samba-canção e abriu a porta!
– Bom dia Dona  Marcia! Nossa…. desculpa senhor…
– Não, imagina, Dona Marcia está de férias!
-Oh… não imaginava que ela sairia de férias, perdão.
– Mas, do que se trata, é… eu posso te ajudar? Desculpa, nem sei teu nome.
– Maria!
– Quer que eu ligue para ela, é urgente, não sei…
– Que nada, é que eu ia chama-la para tomar um café. Era só isso!
Alí, ele percebeu que poderia aproveitar, se dar de mal entendido, e foi o que fez!
– Olha… eu adoraria um café!
E fechou a porta atrás dele!
Maria, perplexa, foi educada e disse que tudo bem! Afinal, vai que ee conhece mais clientes para sua loja!
Os dois desceram as escadas até o 15° onde Maicon encontrou a porta aberta, após ela entrou no apartamento. A casa, era parecida com a dele, dois apartamentos a cada dois andares, coisa fina de luxo, porém, sem nenhuma mobília! Com o mínimo possível. O hall de entrada tinha um prego na parede onde ela pendurava um molho de chaves.  Ao adentrar depara-se com a sala de estar com um sofá no meio, em frente uma tv e ao canto, um notebook. Dentro da área da sala de jantar, havia um vazio! Como se alguém estivesse morando de improviso naquela casa. Na cozinha, apenas um fogão de quatro bocas, e junto ao balcão, quatro banquetas de madeira. Os armários da cozinha, pareciam ser as única mobílias da casa, e que estavam alí, justamente por serem modulados que não podem ser usados em outra cozinha.
Mas em cima do balcão, havia uma garrafa térmica e no ar, um cheiro de café delicioso.
– Fique a vontade Sr Maicon, prefere xícara ou caneca?
– Xícara!
Para quebrar o gelo, Maicon começou a instigar á moça, dados para que possa montar uma conversa cordial!
– Então Maria, você trabalha no que?
– Sou tosadora!
– Ah é? E… precisa fazer curso para isso?
-Sim!
– Nossa, que café gostoso!!!!
-Obrigada!
Não aguentando e vendo que estava sendo um fracasso como vizinho, ele tentou mais uma vez conversar!
-Então Maria, deixe-me tentar, começar, tudo outra vez!
– Senhor… não precisa tentar consertar nada! O senhor estava no teu direito de exigir que uma pessoa que não atenda ao padrão de vestimentas, nem de ocupação profissional, utilize ao elevador adequado á sua posição social! Mas o que me deixa indignada, não é o fato da exigência, mas sim do fato de que o senhor, mesmo morando há quatro anos nesse prédio, o senhor nunca se deu o trabalho de me pedir desculpas quanto as festas de arromba que fazes no meio da semana que vão até as 3 da manhã, pelo fato do senhor colocar seu carro na minha vaga do estacionamento desde que veio morar aqui, pelo vazamento do seu terraço, quando o senhor molha tuas plantas que inundam o meu terraço, pois o senhor não percebeu que há uma rachadura. Isso sem contar que, quando o senhor fez aquele rebú na rua, quanto a exigir que eu limpe as merdas dos cães, o senhor ativou um processo com meu arqui inimigo, que onde trabalha para a prefeitura e que vai tomar de mim o terreno que eu arborizei e fiz a minha praça particular, pois ela é cercada e estava com o portão aberto, pois eu estava la dentro para soltar os cães que levo para passear, antes que sejam tosados.
Maicon estava boquiaberto, perplexo, envergonhado  e queria desaparecer!
– Quer sequilhinhos? Eu que fiz!

h1

…uma historia ai!

junho 22, 2011

Maicon Era um rapaz comum, com uma beleza comum mas com uma cabeça incomum. Cansado de ser sozinho decidiu ganhar uma mulher! Fora a promessa de virada de ano: Esse ano eu vou conseguir uma mulher!
Ele morava sozinho em seu apartamento duplex! Era um cara malandro, inteligente e conseguiu ficar rico com seu trabalho. Carrão, terno italiano, balada VIP as gatas mais sensuais regados á whiskey e mais camaradas igualmente ricos, mas esses camaradas eram ricos de berço, não como ele, que batalharam anos a fio, apenas com o dinheiro do busão e do metrô no bolso e não podia comer sequer um salgado na cantina da facul. Ele era um cara de classe média baixa, pais assalariados que andavam de ônibus e trabalhavam pelo aluguel.
Filho único, sem amigos, sem primos, nem ninguém para conversar. Cresceu carente de saciar desejos simples. Depois da formatura e de ser efetivado na empresa e de não precisar usar seu salário para comprar o VT, foi á faculdade e comeu um salgado da cantina, á partir dalí, Maicon nunca mais foi o mesmo, a prova, era seu duplex cobertura e seus carros na garagem. Seus pais? Vivem em um resort no nordeste. Enfim… naquela virada de ano, desejou conseguir uma mulher.
Porém, por causa de tantas e tantas responsabilidades, sempre acabava ficando para depois. Certa quarta-feira, decidiu simplesmente, não ir trabalhar, queria correr um pouco pela vizinhança, com suas ruas privilegiadamente limpas, arborizadas e devidamente seguras. Em seu ritmo, com seus músculos tonificados, seus tênis com molinhas, observava a vizinhança, a maioria era de senhorinhas com suas acompanhantes… madames saindo de casa com seus motoristas… CARAMBA…que vida ele tinha!
Passou na padoca para comprar uma bebida e jornal, decidiu sentar na pracinha… ele nunca tinha visto aquela pracinha ali! Enquanto bebia de sua garrafinha, percebeu um cãozinho defecando ao lado do banco onde estava, o cão tinha coleira, então estava acompanhado, alguém iria recolher aquele dejeto dali. Terminou seu artigo… e nada, aquele cocô começou á feder e o incomodou! Irritado levantou-se e procurou pelo ser humano responsável pelo cão, mas percebeu que havia muito mais cães cagando na pracinha! Viu uma pessoa parada no meio da grama e chamou: EI!
-Ei você! Esses cães são teus?
Não houve resposta! Não dava para saber se era um cara…. tava tão mal vestido… talvez fosse aqueles caras que andam com cães. Ou uma mulher, indecisa com sua opção sexual, pois parecia um cara… um mendigo!
-Ei… moça… esses cães são teus?
-Sim e não senhor!
– Eles estão sujando a praça, você vai recolher certo?
-Não senhor… não vou recolher merda nenhuma!
-Eu moro aqui, não tenho cachorro e não quero pisar em merda quando ando na rua!
-Então… saia de carro!
Virou-se, com um assovio, reuniu todos os cães e saiu. Irritado, ele começou a bravejar, dizendo que iria tomar providências! Ela, somente continuou colocando as coleiras nos cães e seguiu rua abaixo.
Como pode? Irritado, xingou aquela mulher até n ão saber mais o que usar para xingar. Voltou para casa, tomou banho, assistiu sua tv, se vestiu e decidiu ir ao trabalho. Pegou o elevador, foi até a garagem, sentou no carro e saiu… mas na metade da rua, esqueceu de pegar os ternos para levar a tinturaria. Sua empregada pediu 15 de férias e ele não estava a fim de por alguém no lugar dela. Parou o carro em frente ao condomínio, entrou no prédio e foi pegar o levador quando ouviu ao fundo: Segura para mim, por favor? Quem podia ser? Justamente a porca que não recolheu a sujeira dos cães! Ela estava com um pequeno cachorro no colo.
-Você tem que pegar o elevador de serviço, como todo funcionário que passeia com  os cães!
-E o senhor precisa sair mais do seu apartamento!
-Me recuso a subir para minha casa dividindo elevador com você!
-Isso é preconceito senhor!
O tom da voz de Maicon chamou atenção dos seguranças que, rapidamente, vieram ver o que acontecia!
-Sr Maicon… o senhor está bem?
-Não está tudo bem, essa mulher não pode subir no elevador social, ela precisa pegar o elevador de serviço para entregar esse cachorro para o dono!
-Sr Maicon, ela não pode pegar o elevador de serviço, porque o elevador de serviço é para quem trabalha aqui… ela, mora aqui!
-Isso é preconceito Senhor! Muito preconceito!
E tiveram de subir juntos no elevador.
O silêncio era embaraçoso. E ele não sabia o que dizer… mas quando ele puxou o ar para tentar se explicar ela olhou para ele:
-Senhor, não precisa falar nada… nunca nos vimos em todos os 16 anos em que moro nesse prédio, não é agora que o senhor precisa falar algo!
Desceu no 15º, Maicon subiu até o 17º… entrou em seu apartamento, pegou os ternos. Mistura de raiva e embaraço… saiu, fechou a porta e chamou o elevador. Observou a porta do apartamento vizinho e passou a pensar na quantidade de famílias e de pessoas que viviam no mesmo local onde ele morava. Ficou sentindo solidão. O elevador chegou e ele entrou… 16º…15º… o elevador não parou no 15º… 14º…13º…12º… e esqueceu de olhar o marcador… o elevador pára e ele volta a olhar o marcador: 7º… e quem entra?
-Pode deixar, senhor, eu desço de escada!
E ela, ao fechar a porta, ele a pega pelo braço:-Por favor… entre.
-O senhor não precisa dizer nada! Por favor…
-Me desculpa pelo inconveniente na entrada! Eu não conheço ninguém desse prédio, eu saio cedo e volto tarde, quase não tenho contato com nenhum dos vizinhos e olhe que moro aqui há 4 anos!
-Não se preocupe senhor!
Quando o elevador chegou ela saiu em disparada, envergonhado passou pela guarita da segurança, mas fingiu que nada havia acontecido. Entrou em seu carrão e seguiu para o trabalho. Não viu aquela moça, parecia uma adolescente… não sabia ao certo, ela não olhou para ele em nenhum momento, então ele não pode analisa-la! Seguiu para o trabalho, teve seu dia… retornou para casa e seguiu em sua velha rotina pelos 15 dias de férias de sua empregada.
Quando decidiu, ele mesmo, pegar uns dias de férias, mas não para viajar esquiar em Aspen, ou para mergulhar em Fenando de Noronha… mas para ficar em casa. A primavera havia firmado a temperatura e agora estava agradável sair para um passeio…
Ele queria deixar claro para ele mesmo que ele não estava procurando aquela garota: será que ela é a realização da promessa que ele fez? Queria descobrir!

h1

… é eu sei…

maio 25, 2011

Fica dificil mesmo…. estou tri ocupada… muito trabalho…. graças a Deus…. muita coisa pra fazer…. muito treino, muita gripe, etc

Mas sabe que nunca estive tão feliz em minha vida?
Cogito novamente em fazer uma pós… ainda não sei se quero, rsrs
Os negócios financeiros estão tomando rumo, as reformas estão concluindo aos poucos, e um dia…. ainda esse ano, sai a data provável em que me casarei!
Vamos que vamos…
Como estou na lida, não tenho tempo de atualizar esse blog, ou os outros que criei… mas pena que tenho maior dozinho de deleta-los!!!!

Vamo ve se a gente se ve

h1

… quebra de promessa

fevereiro 15, 2011

m pessoal… nunca consigo manter uma frequencia nesse blog

talvez pq eu tenha perdido o foco…

bah

h1

…2011

janeiro 24, 2011

Atrazada para postar, sem saber mais o que falar… apenas que é mais um ano que vai passar… hum, vou tentar fazer desse blog algo mais legal!

Feliz 2011